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Palestra do escritor Flávio Tavares. Em espanhol

O escritor e jornalista brasileiro Flavio Tavares explicará como o „Maio de 1968“, no Brasil e na America Latina, NASCEU em grande parte do sacrifício de Che Guevara na Bolívia, NASCEU da imolação de Che Guevara em busca do „homem novo“, e não somente como movimento de resistência às ditaduras militares naquela região.

Flávio Tavares, que também é professor aposentado da Universidade de Brasília, participou da resistência contra a ditadura no Brasil, e foi um dos 15 presos políticos libertados da prisão em 1969 em troca do Embaixador dos Estados Unidos no Basil, Elbrick, sequestrado na época por um grupo revolucionário.

Cuba Congo Bolivia

As tres mortes

Na Literatura, dedicou-se à memorialística e seus livros retratam as experiência que viveu ou observou como jornalista político. Seu último livro, „As 3 Mortes de Che Guevara“, com subtítulo „O disparo em Cuba, a afonia no Congo, a execução na Bolívia“, mostra como Guevara começou a morrer ainda em Cuba, em função da „Guerra Fria“ e do conflito China-União Soviética, até imolar-se na Bolívia, onde morreu praticamente abandonado.

.Em 1961, Flávio Tavares conheceu e conviveu com Che Guevara durante 13 dias na Reunião da Organizacão dos Estados Americanos OEA,  da qual Cuba foi expulsa no ano seguinte. O livro traz depoimentos de combatentes da guerrllha e, até, de um oficial do Exercito da Bolivia que foi prisioneiro de Che Guevara e, depois, tornou-se um „guevarista“ …

Apoio FDCL e Fundação Rosa Luxemburg (RLS)

Die drei Tode des Che Guevara – Flávio Tavares stellt sein neues Buch vor (auf Spanisch)

Flávio Tavares, Journalist, Schriftsteller und Uni-Professor, hat am bewaffneten Widerstand gegen die brasilianische Militärdiktatur (1964 – 1985) teilgenommen. Er wurde verhaftet, gefoltert, bis er 1969 im Austausch gegen den von der Stadtguerilla in Rio de Janeiro entführten US-Botschafter James Elbrick mit 14 anderen politischen Gefangenen freigelassen wurde. Mehr als zehn Jahre lebte er im argentinischen Exil, arbeitete als Journalist. Bei einem Besuch in Montevideo wurde er 1979 von der uruguayischen Armee entführt und erneut der Folter unterzogen. Es dauerte sechs Monate bis er auf Betreiben von Amnesty International freigelassen wurde.

Hier beginnt seine literarische Tätigkeit, die er „Erinnerungsliteratur“ nennt. Eine Reihe von sieben Büchern sollten entstehen. Im ersten Band erzählt Tavares vom Horror politischer Gefangenschaft, Folter und Tod, die beiden letzten Bände sind Che Guevara gewidmet, dem er 1961 in Punta del Este begegnet. Sein letztes Buch, „As 3 Mortes de Che Guevara“, wird der Autor im Lateinamerikaforum-Berlin vorstellen und diskutieren.

Zahlreiche Zeitzeugen kommen im Buch zu Wort, die im Kongo, in Cuba und in Bolivien mit Che zusammen gekämpft haben. Flavio vertritt die These, dass Che Guevara zum Opfer des Kalten Kriegs und der „Staatsraison“ wurde, und das mitten im Streit zwischen China und der UdSSR um die Führung innerhalb der Internationalen Kommunistischen Bewegung.

Der Abend verspricht interessante Einblicke in historische Zusammenhänge – und wird sicher auch zum Widerspruch reizen. Die aktuelle politische Situation Brasiliens dürfte nicht zu kurz kommen.

Moderation: Lutz Taufer (WFD)

Flavio Tavares recomenda o filme documentário longa-metragem, 70 minutos, „O dia que durou 21 anos“, em português ou em inglês, que conta como os Estados Unidos prepararam e participaram do golpe militar direitista no Brasl em 1964. As entrevistas do filme foram feitas por Flavio, e o filme foi dirigido por Camilo Tavares, seu filho. Obteve vários prêmios nos EUA e também o Prêmio de Melhor Film Estrangeiro no Festival de Saint Tropez, França, em 2014.

Mit freundlicher Unterstützung der Stiftung Umverteilen!

 

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