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Der Donnerstag, 7.11.2019, beginnt mit einem workshop zu „Was tun in Amazonien?“ bereits um 9 Uhr 30 im BVV-Saal des Rathaus Charlottenburg-Wilmersorf. Infos finden finden Sie auch bei hier: FDCL

Können Entwicklungsprojekte Amazonien retten?

Von gefährlichen Bedrohungen und einem brennenden Amazonien handelten in den letzten Monaten die meisten Veranstaltungen in Berlin, vom lokalen Widerstand und von diesen unterstützenden Advocacy-Organisationen. Wir wollen dagegen an dem Abend unseren Blick auf Projekte nicht-staatlicher Entwicklungsorganisationen (NGO) richten, die unmittelbar auf den nachhaltigen Erhalt der Umwelt und die Verbesserung der Lebensumstände sog. traditioneller Gemeinschaften (indígenas, seringueiros, quilombolas) und von Kleinbauerfamilien abzielen – in Zeiten des Klimawandels und eines Präsidenten Bolsonaro, der die NGOs als Feinde Brasiliens identifiziert hat.

Wo liegen die Chancen, wo die Grenzen von solchen Entwicklungsprojekten? Das wollen wir diskutieren mit

  • Alexis Bastos, Projektkoordinator der NGO Rioterra, Porto Velho/RO, er vertritt AICA, Zusammenschluss von acht NGOs, aktiv in den Bundesstaaten Rondonia, Acre, Mato Grosso, Amazonas
  • Letícia Rangel Tura, Exekutivdirektorin, FASE Nacional, Rio de Janeiro, Brasilien
  • Thomas Brose, Geschäftsführer Klima-Bündnis europäischer Städte mit indigenen Völkern der Regenwälder/Alianza del Clima  e. V., Frankfurt/M
  • Roberto Maldonado, WWF Amazonas-Programm, Berlin

Grußwort: Oliver Schruoffeneger, Bezirksstadtrat
Moderation: Thomas Fatheuer, Kooperation Brasilien

Ort: BVV Saal Rathaus Charlottenburg-Wilmersdorf

Indigene mögen überwiegend vom Sammeln, Jagen und Fischen leben, doch auch sie roden den Wald zur Anlage von Feldern, suchen nach Produkten, die sie verkaufen können z. B. Pará-Nüsse, sieht man einmal von den sog. isoliert lebenden Gemeinschaften ab. Indigene Völker (in der direkten Übersetzung aus dem Portugiesischen) haben einen Bedarf an Energie und wollen an das Stromnetz (Handy und Internet) angeschlossen sein, möchten, dass ihre Kinder eine Schule besuchen und es im Dorf einen Gesundheitsposten gibt. Vom Staat erwarten sie dieses, aber auch den Schutz vor Eindringlingen in ihre Territorien, die Verteidigung ihrer Rechte, Kulturen und Traditionen.

  • Wir schauen uns Projekte an aus dem Spektrum Verteidigung territorialer Rechte und Stärkung lokaler Gemeinschaften, ökologischer Anbau, Erhalt der Biodiversität, Baumschulen, Wiederaufforstung und Bekämpfung der Bodendegradation, Projekte  zu einkommenschaffenden Maßnahmen und gerechter Vermarktung sowie zu erneuerbaren Energien, die den Erhalt des „stehenden Waldes“ zur Voraussetzung haben und auf die Bewahrung der Gemeingüter abzielen
  • „Gute“ Entwicklungsprojekte wollen dazu beitragen, die Einkommens-, Ernährungs-, Gesundheits- und Bildungssituation der sog. Zielgruppen zu verbessern, in dem sie den jahrhundertealten Erfahrungsschatz der Indigenen im Umgang mit Mutter Natur bewahren helfen

Auf dass die Stimme der BewohnerInnen Amazoniens auf allen Ebenen gehört wird: von der Ebene ihrer Dörfer bis hin zu den Welt-Klimakonferenzen, in europäischen Kommunen wie Berlin und bei der Papst Synode in Rom.

PS: Nach neuesten Nachrichten sollen die Umwelt-NGOs im Bundesstaat Acre angeblich verboten werden …

(1) Semeando sustentabilidade ist ein Programm der Petrobras Socioambiental, Plantar des Amazonien-Fonds

Diese Abendveranstaltung schliesst an den workshop des Vormittags an. Sowohl die Vormittags- als auch die Abendveranstaltung sind öffentlich.

Eine Veranstaltung – in Kooperation mit der Stabsstelle Bildung für nachhaltige Entwicklung des Bezirksamtes Charlottenburg-Wilmersdorf. Schirmherrschaft Bezirksstadtrat Herr Oliver Schruoffeneger – mit Agência Internacional de Cooperação Amazônica – AICA, Aktionsgemeinschaft Solidarische Welt ASW, Brot für die Welt, Forum Umwelt & Entwicklung, Forschungs- und Dokumentationszentrum Chile-Lateinamerika (FDCL), Klima-Bündnis, Lateinamerika-Forum Berlin e, V. (LAF), Misereor,  Mit freundlicher finanzieller Unterstützung der Stiftung Umverteilen, Stiftung Nord-Süd-Brücken/Landesstelle für Entwicklungszusammearbeit der Berliner Senatsverwaltung für Wirtschaft, Verkehr und Energie und gefördert von Engagement Global im Auftrag des BMZ.

Sprache: Deutsch/Portugiesisch

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Semeando Sustentabilidade e Plantar:
Os “projetos de desenvolvimento” podem salvar a Amazônia?

Nos últimos meses, a maioria das conferências tem sido sobre as ameaças e resistência dos  indígenas na Amazônia, e, portanto, sobre o compromisso das chamadas organizações de advocacia. Hoje queremos focar nas organizações não-governamentais que visem à preservação do meio ambiente e à melhoria das condições de vida das “comunidades tradicionais” – indígenas, seringueiros, quilombolas – e das famílias de pequenos agricultores através dos chamados projetos de desenvolvimento em tempos de mudança climática e um governo Bolsonaro.

Onde estão as oportunidades, onde estão os limites dos “projetos”? Isto é o que queremos discutir com o

Moderação: Dr. Thomas Fatheuer. Palavra das boas-vindas: Oliver Schruoffeneger, Conselheiro Distrital

Os povos indígenas podem viver principalmente da coleta, caça e pesca, mas também “limpam” a floresta para plantar, procuram produtos que possam vender. Eles têm necessidade de energia e querem estar ligados à rede eléctrica (celular, internet), querem que os seus filhos vão à escola e há um posto de saúde na aldeia. Eles esperam isso do Estado, mas também protecção contra invasores nos seus territórios, defesa dos seus direitos, culturas e tradições. Cómo apoiar melhor os interesses deles? Cómo “semear sustentabilidade”?

  • Analisamos projetos do espectro da defesa dos direitos territoriais e do reforço das comunidades locais, do cultivo ecológico, da conservação da biodiversidade, dos viveiros de árvores, da reflorestação e do combate à degradação do solo, projetos sobre geração de renda e a comercialização justa, bem como sobre energias renováveis,
  • que tenham como condição prévia a preservação da „floresta em pé“ e que visem a preservação dos Bens Comuns
  • Os „bons“ projetos de desenvolvimento querem contribuir para melhorar a situação da nutrição, saúde e educação dos chamados grupos-alvo, ajudando a preservar a experiência secular dos povos indígenas e outros no trato com a Mãe Terra.

Queremos que a voz dos habitantes da Amazónia seja ouvida a todos os níveis: desde o nível das aldeias até às conferências mundiais sobre o clima, em comunidades europeias como Berlim e no Sínodo do Papa em Roma.

Sprache: Deutsch/Portugiesisch

Foto: Denis, Porto Velho

Bezirksamt

 

LAF

FDCL

 

 

 

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